quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Olga Benário Prestes

Olga Benário Prestes
Olga Benário Prestes (Munique, 12 de fevereiro de 1908 — Bernburg, 23 de abril de 1942) foi uma jovem militante comunista alemã, de origem judaica, deportada para a Alemanha durante o governo de Getúlio Vargas, onde veio a ser executada pelo regime nazista em campo de concentração. Veio para o Brasil na década de 30, por determinação da Internacional Comunista, para apoiar o Partido Comunista do Brasil. Destacada como guarda-costa de Luís Carlos Prestes, tornou-se sua companheira, tendo com ele uma filha, Anita Leocádia Prestes. 
Luís Carlos Prestes, que desde 1931 estava residindo na União Soviética, em 1934, é finalmente aceito nos quadros do Partido Comunista Brasileiro (PCB), por pressão do Partido Comunista da União Soviética. Sendo eleito membro da comissão executiva da Internacional Comunista (IC), volta ao Brasil, via Nova Iorque, como clandestino, em dezembro do mesmo ano, acompanhado de Olga Benário, também membro da IC, passando-se por marido e mulher. Seu objetivo era liderar uma revolução armada, com o apoio de Moscou.
A política comunista da época - decidida no VI Congresso da Internacional Comunista - favorecia movimentos do tipo frente de Esquerda em países do Terceiro Mundo, tendo por objetivo a realização de um programa de democratização política interna e de defesa da independência nacional contra o imperialismo, e Prestes parecia aos comunistas a figura adequada para liderar esta espécie de movimento no Brasil. Antes de aprovar a insurreição, a Internacional Comunista estava cética do sucesso de uma revolução no Brasil. Mas o Partido Comunista Brasileiro havia exagerado consideravelmente a extensão da sua influência e capacidade de revolucionária e, assim, fornecido à Internacional Comunista a perspectiva - completamente errônea, como se veria - de um levante comunista vitorioso que compensasse, de alguma forma, a recente derrota na Alemanha.

By: Lucas de Ávila



MANUELA D’ÀVILA E OLGA BENÁRIO

         Olga Benário Prestes


Querido leitor, nesta postagem trago na íntegra o acórdão do STF que negou o inusitado pedido (HABEAS CORPUS N. 26.155) da judia Olga Benario Prestes de permanecer presa no Brasil. Mesmo estando grávida, foi entregue nas mãos no regime nazista de Hitler pelo governoVargas. Inclusive com a vênia dos ministros do STF: Edmundo Pereira Lins eAntônio Bento de Faria, Carlos Maximiliano, Carvalho Mourão e Eduardo Espinola.
Esses três últimos conheceram o writ e o indeferiram, ou seja, entenderam que essa ação atendia aos pressupostos de admissibilidade, mas que o pedido era indevido.
Esse Carlos Maximiliano é aquele que escreveu Hermenêutica e Aplicação do Direito (1925), obra que todos nós estudamos no primeiro ano de Direito.
O mais teratológico é que além da maioria dos ministros não conhecerem o HC, a família teve que pagar as custas do processo e ainda carregar a dor da perda de Olga.
Isso interessa não só aos juristas, como a todo povo brasileiro 





              
          MANUELA D’ÀVILA

•A deputada federal Manuela D'Ávila (PC do B-RS), 26, engrossa a lista de ex-dirigentes da UNE (União Nacional dos Estudantes) que entraram na política. Eleita vereadora de Porto Alegre em 2004, Manuela deixou o cargo para disputar uma vaga de deputada federal em 2006. Ela pretende disputar a Prefeitura de Porto Alegre, em outubro deste ano.
•07.out.2006/Folha ImagemDepois de ser eleita vereadora e deputada federal, Manuela D'Avila quer ser prefeitaManuela disse à Folha Online que deixou a UNE porque o movimento estudantil não pode ser partidarizado. Questionada sobre seu início na política, entretanto, ela admite que foi influenciada pela decisão do seu partido. "Não foi decisão minha. A idéia do partido era eleger alguém que pudesse levar adiante uma política para a juventude. Meu nome acabou sendo indicado somente para marcar posição porque não sabíamos se a candidatura era viável."
•Para Manuela, a UNE não sofre a influência de um único partido: o PC do B. "O diálogo é motivado exatamente porque a entidade é formada por todos os partidos. Na UNE, todos são estudantes, não há uma briga entre classes sociais."



CONCLUSÃO

ELAS SÃO MUITOS PARECIDAS A OLGA LUTOU PELA FOME,PELOS,JOVENS,PELOS POBRES ETC. A MANUELA CONTINUOU O TRABALHO DA OLGA CONTINUA LUTANDO PELA EDUCAÇÃO PELOS JOVENS PARA UM FUTURO MELHOR PARA OS JOVENS E PARA TODOS  EU TENHO CERTEZA QUE ELA VAI MUDAR ESSA POLÍTICA , PARABÉNS MANOELA ,QUE CONTINUAS FAZENDO O MELHOR PARA NOS JOVENS.






* LUCASMATTOS

Anita Leocadia Filha De Olga

Manuela D'Ávila
Olga Benario Prestes

Olga Benário x Manuela D’Ávila

Olga foi uma mulher que deu sua vida por uma causa nobre. Foi uma combatente revolucionária que se dedicou inteiramente à luta por justiça social, por liberdade, pelo socialismo e por um futuro melhor para a humanidade.
Nesse primeiro post, achei que devia publicar algo sobre o que eu chamo de lado "bom" da História, aquilo que me faz ter orgulho do ser humano: pessoas que valem a pena. E pra mim, Olga Benário é uma delas.

Em 2008 se celebram os 100 anos de nascimento dessa grande mulher, revolucionária e líder que marcou as primeiras décadas da História do século XX.

Olga era judia, comunista e alemã, na época do nazismo. Uma combinação impressionante que basicamente era sinônimo de morte. Mas Olga lutou. Lutou pelo que acreditava. E foi parar no Brasil, para fazer a revolução comunista com 
Luís Carlos Prestes, o famoso líder brasileiro. A revolução contra o governo de Getúlio Vargas fracassou, e Olga terminou presa e, grávida de 7 meses, foi deportada pelo governo brasileiro -contra todas as leis internacionais- e entregue nas mãos da Alemanha nazista. Na prisão nasceu Anita Leocádia Prestes (a criança da foto), que hoje é professora de História na UFRJ. Prestes ficou 10 anos na prisão, e foi sua mãe, Leocádia Preste, quem mobilizou o mundo e conseguiu recuperar sua neta e evitar sua morte nas mãos nazistas, como aconteceu com Olga.
 Olga benário Prestes.

Frase de Manuela D’Avila: Não lutamos tanto e por tanto tempo para assistir em pleno século XXI, a sombra da censura pairar sobre jornalistas, de qualquer orientação política ou grupo social
Como vereadora em Porto Alegre, apresentou[2] o projeto de lei 9.989/06, sobre meia-entrada para estudantes, pauta defendida em campanha e plataforma da União Nacional dos Estudantes. A lei assegura aos estudantes matriculados em alguns estabelecimentos de ensino regular e aos jovens com até quinze anos o direito ao pagamento de meia-entrada em atividades culturais e esportivas e em cinemas
Seu projeto mais importante como deputada foi um substitutivo, apresentado em conjunto com o deputado Átila Lira, que regulamentou estágios em ensino médio, profissionalizante esuperior. Segundo Manuela, a atualização da lei sobre estágios era necessária, principalmente no que se refere à adequação às propostas pedagógicas de universidadeselaboradas na última década. A legislação atual (Lei 6.494/77) foi elaborada antes daConstituição de 1988 e será revogada pela proposta. A proposta regula também a concessão de estágio a alunos do ensino médio. Atualmente, a lei prevê estágio para estudantes de ensino superior e de educação profissional. O objetivo da lei é evitar que as empresas usem estudantes como mão-de-obra gratuita, inclusive com multas trabalhistas em casos de infração.


Resumo:Ambas lutaram e lutam pelo povo para que possam ter direitos que muitos não tem lutam e lutaram contra a desigualdade social por que quem tem muito não lhe falta nada e para o pobre?quem pensa ? essas duas pensaram mais nos pobre do que nelas.

Nome:Gabriel Machado Roos
EBEP

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


Sathya Sai Baba grande mestre indu que deixou uma semente semeada nesta geração,verdade,retidão,paz ,amor e  não violencia.
Em agosto deste ano participei do projeto Valores Humanos na Educação ,juntamente com meus colegas na Escola .Eu gostei de participar. Catia